ARTROSE
- Dr. Antonio Geraldo Camara
- 13 de abr.
- 1 min de leitura

Artrose: não é apenas desgaste — é um processo que pode ser modulado
A artrose é frequentemente tratada como uma sentença inevitável do envelhecimento. Um processo “degenerativo”, progressivo e sem grandes alternativas além de analgesia ou, nos casos mais avançados, cirurgia.Mas essa visão está incompleta — e, na prática clínica, muitas vezes ultrapassada.
A artrose é, antes de tudo, um fenômeno biológico ativo, envolvendo inflamação de baixo grau, disfunção metabólica da cartilagem, sobrecarga mecânica e desequilíbrios sistêmicos. E é exatamente nesse ponto que surge a oportunidade terapêutica.
No Instituto Camara, utilizamos um protocolo estruturado e integrativo, desenvolvido com base em fisiologia aplicada e experiência clínica real, com foco em três pilares fundamentais:
• Modulação inflamatória sistêmica — reduzindo o ambiente bioquímico que perpetua a degeneração articular• Reequilíbrio mineral e suporte mitocondrial — restaurando a capacidade regenerativa celular• Ajuste biomecânico e funcional — atuando na causa mecânica da sobrecarga articular
Esse não é um tratamento paliativo. É uma abordagem estratégica.
Pacientes que antes conviviam com dor constante, limitação funcional e perda progressiva de qualidade de vida passam a experimentar melhora da mobilidade, redução da dor e, principalmente, retomada da autonomia.
Cada caso é avaliado de forma individualizada, respeitando a história clínica, o padrão inflamatório e as necessidades específicas de cada paciente.
Porque tratar artrose não é apenas aliviar sintomas — é intervir no processo.
Se você busca uma abordagem mais completa, baseada em ciência e aplicada na prática,
este pode ser o próximo passo no seu cuidado.
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